Malentendido, segundo os Alunos do EJA-SUL I
Ontem citamos aqui a ida do pessoal do EJA-SUL I no Teatro da UBRO, para assistir o espetáculo Malentendido e os alunos Luiz Alberto da Silva e Luana de Paula, fizeram esses depoimentos muito bacanas sobre a peça. Obrigado Luiz e Luana por participarem do Palco Giratório-SC e parabéns Prof.ª Rachel pela iniciativa e incentivo às artes cênicas.Veja abaixo os depoimentos das duas alunas:
“Eu, Luana, gostei da peça porque apesar de ser dramática, deu até um medinho. Mostrou que sem comunicação dá tudo errado, porque não tem como saber o que a pessoa quer se ela não falar. Se o filho tivesse se comunicado assim que chegou, os três estariam vivos e usufruindo dos seus sonhos.
Ele teria a mãe e a irmã perto, elas o receberiam. A mãe de ver a filha bem e feliz por poder conhecer o mar, ver o sol e sentir o cheiro das flores porque o irmão tinha dinheiro para sustentá-los. Comunicação é tudo.” Luana Paula, aluna do EJA-SUL I.
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“Bom, o que eu observei na peça é que começou com muito suspense, onde uma mãe muito ruim e sua filha invejosa e também ruim, elas tinham uma pousada muito estranha com um garçom que não falava nada, um sujeito estranho. Essa mãe tinha um filho que foi morar no exterior e abandonou sua casa bem cedo e lá casou, depois de 20 anos ele voltou e foi muito mal recebido pela mãe e pela irmã, ela não dava o braço a torcer que ele era seu filho e a irmã ficou com muita inveja do seu irmão, e assim a irmã fez um chá para ele dormir e assim o jogaram no rio.
E ai apareceu sua esposa para saber notícia de seu marido, a esposa perguntou onde seu marido estava e a irmã disse que ele tinha saído à noite, mas ela não acreditou até que a irmã falou a verdade, disse que jogou ele no rio e sua mulher ficou arrasada e as duas começaram a discutir e a irmã dele resolveu se juntar a eles – quando a mãe soube que matou o próprio filho suicidou-se – e se jogou no rio. A esposa dele ficou chorando ficou chorando de joelho no chão até que apareceu aquele garçom estranho que falei e ai ela pediu uma mãozinha e ele e foi ai a primeira vez que eu o ouvi fale e ele disse a ela que não.
Achei muito bom o espetáculo, então isso foi tudo que eu assisti lá no teatro.” Luiz Alberto da Silva







