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Arquivo da Categoria ‘Dança’

Fim de semana teatral em SC

3, setembro, 2010

Sexta-feira abre o fim de semana “teatral” de Santa Catarina. Com o Festival Palco Giratório em cena, acabam-se as desculpas para ficar em casa, afinal, espetáculos e shows gratuitos tomam conta de Florianópolis, Jaraguá do Sul e Joinville durante todo o mês de setembro.

Para aqueles que não querem ficar de fora e aproveitar o que o teatro tem a oferecer, o Palco Giratório apresenta a programação para hoje, amanhã e domingo:

Florianópolis

Hoje:
* Espetáculo Mi Muñequita, às 20h, no Teatro SESC Prainha.

Domingo (05/09):
* Espetáculo Dolores, às 20h, no Centro Multiuso SJ.

Jaraguá do Sul

Hoje:
* Espetáculo Ele Precisa Começar, às 20h, no Teatro SESC.

Amanhã:
* Espetáculo Poesia Sem Teto, às 10h, em frente à Biblioteca Pública.
* Espetáculo Croquis, às 20h, no Teatro SESC.

Domingo:
* Espetáculo Merda na Cabeça, às 9h na Praça Emílio Silva.
* Espetáculo Poesia Sem Teto, às 10h, na Praça Emílio Silva.
* Espetáculo Invisível ao Céu Aberto, às 12h, na Praça Emílio Silva.
* Espetáculo Merda na Cabeça, às 14h, na Praça Emílio Silva.
* Espetáculo Méri, às 15h, na Praça Emílio Silva.
* Espetáculo Praga de Mãe, às 19h, na Praça Emílio Silva.

Joinville

Hoje:
* Espetáculo Um Príncipe Chamado Exupéri, às 16h, no SESC Joinville.
* Espetáculo Méri, às 17h, no Shopping Mueller.
* Espetáculo Praga de Mãe, às 19h30, na AMORABI – Itinga.

Amanhã:
* Espetáculo Histórias (Re)contadas, às 10h, na Biblioteca Municipal Rolf Colin.
* Espetáculo Praga de Mãe, às 11h, no Shopping Mueller.
* Espetáculo Tem Xente Uma Feis, às 17h, no Shopping Mueller.
* Cine SESC, às 19h30, na AMORABI – Itinga.
* Espetáculo Alheamento, às 20h, no SESC Joinville.

Domingo:
* Espetáculo Chapeuzinho Vermelho na Terra dos Bonecos, às 11h, no SESC Joinville.
* Apresentação de Grupos de Dança locais, às 17h, no Shopping Muller.
* Espetáculo Ele Precisa Começar, às 20h, no SESC Joinville.

Manguebeat dançante

27, agosto, 2010

Um marco na história do Grupo Experimental de Recife/PE, Zambo é também o retrato de uma época e, mais especificamente, tradução em dança de um movimento que revolucionou o entendimento de cultura: o Manguebeat.

No cerne dessa ideologia estético-musical, estava a ideia de uma produção artística que fosse ao mesmo tempo local e universal. Sentindo-se parte dessa geração mangue e comungando da ideia de potencializar as características da arte local conectando-a, ao mesmo tempo, as tantas referências internacionais da contemporaneidade, o Experimental começou a montar o espetáculo Zambo, ainda muito abalado pela perda do principal líder do Manguebeat, Chico Science.

O que fazer com aquele legado por ele deixado? Como continuar desenvolvendo essa estética político-artística tão pernambucana e ao mesmo tempo tão mundial? É o que mostra o novo elenco de Zambo, que foi remontado em 2009, ganhando outras dinâmicas e elementos provenientes do histórico dos novos bailarinos do Grupo.

Data: Quarta-feira | 29/09/2010
Horário: 20h
Local: TAC – Teatro do Álvaro de Carvalho
Duração: 80 minutos
Classificação etária: Teatro adulto

Ficha Técnica:
Direção, cenografia e concepção:
Mônica Lira
Produção: Christianne Galdino
Bailarinos: Daniel Silva, Evertom Gomes, Helijane Rocha, Jennyfer Caldas, Januária Finizola, Rafaella Trindade e Ramon Milanez
Figurino: Período Fértil
Assistente de produção: Silvio barreto
Iluminação: Beto Trindade
Operador de Som: Saulo Uchoa

A história de Marighella em plena luz do dia

25, agosto, 2010

Para o seu novo trabalho de pesquisa de Teatro de Rua, a Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz escolheu a história do revolucionário brasileiro Carlos Marighella, que viveu e morreu durante períodos críticos da história contemporânea do nosso país, sendo protagonista na luta contra as ditaduras do Estado Novo e do Regime Militar.

O Amargo Santo da Purificação é uma visão alegórica e barroca da vida, paixão e morte de Carlos Marighella.

A encenação coletiva conta a história de um herói popular, que os setores dominantes tentaram banir da cena nacional durante décadas. Na sequência de cenas apresentada, o público assiste momentos importantes desta trajetória: origens na Bahia, juventude, poesia, ditadura do Estado Novo, resistência, prisão, Democracia, Constituinte, clandestinidade, Ditadura Militar, luta armada, morte em emboscada e o resgate histórico, buscando um retrato humano do que foi o Brasil no século XX.

É uma história de coragem e ousadia, perseverança e firmeza em todas as convicções. A coerência dos ideais socialistas atravessando uma vida generosa e combatente, de ponta a ponta. Marighella não abdicou ao direito de sonhar com um mundo livre de todas as opressões. Viveu, lutou e morreu por esse sonho.

A dramaturgia elaborada pela Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz parte dos poemas escritos por Carlos Marighella que transformados em canções são o fio condutor da narrativa. Utilizando a plasticidade das máscaras, com elementos da cultura afro-brasileira e figurinos com fortes signos, a encenação cria uma fusão do ritual com o teatro e a dança. Através de uma estética ‘glauberiana’, a Tribo, que já possui 30 anos de história, traz para as ruas de Florianópolis e Joinville, uma abordagem épica das aspirações de liberdade e justiça do povo brasileiro.

Florianópolis
Data:
Terça-feira | 14/09/2010
Horário: 16h
Local: Largo da Alfândega
Duração:
1h40min
Classificação etária: Livre (espetáculo adulto)

Jaraguá do Sul
Data: Sexta-feira | 10/09/2010
Horário: 20h
Local: Teatro SESC
Duração:
1h40min
Classificação etária: Livre (espetáculo adulto)

Joinville
Data: Domingo | 12/09/2010
Horário: 16h30
Local: Praça Nereu Ramos
Duração:
1h40min
Classificação etária: Livre (espetáculo adulto)

Ficha Técnica:
Dramaturgia criada coletivamente a partir dos Poemas de Carlos Marighella
Roteiro, sonoplastia, figurinos, máscaras, adereços e elementos cenográficos: Criação Coletiva
Músicas: Johann Alex de Souza
Elenco em cena: Paulo Flores, Tânia Farias, Pedro Kinast de Camillis, Clélio
Cardoso, Aline Ferraz, Marta Haas, Edgar Alves, Roberto Corbo, Sandra
Steil, Paula Carvalho, Letícia Virtuoso, Eugênio Barboza, Anelise Vargas,
Lucio Hallal, Paula Lages, Déia Alencar, Raquel Zepka, Alex Pantera,
Karina Sieben, Jorge Gil, Caroline Vetori, Eduardo Cardoso, Renan
Leandro, Alessandro Müller e Jeferson Cabral.
Locução AI-5 e Descrição Clima Cena da Morte: Nilson Asp
Voz das Lições de Tortura: Giovana Carvalho
Criação da Cabeça de Getúlio Vargas: Alessandro Müller
Criação e execução dos Triciclos: Carlos Ergo (Ergocentro)
Criação e Execução Estandarte ‘Depor Podre Poder’ e colares Iansã: Margarida Rache
Confecção Figurinos: Heloísa Consul
Execução de Crochê das Cabeças Marighella: Maria das Dores Pedroso
Preparação dos Atores:
Capoeira - Ed lannes (Grupo Zimba)
Berimbau - Nelsinho (Grupo Zimba)
Saxofone - Zé do Trumpete
Dança Afro – Taila dos Santos Souza (Odomodê)

Um mês de teatro de graça

24, agosto, 2010

O Festival Palco Giratório integra a maior rede de promoção e difusão das artes cênicas no país, levando uma gama de espetáculos durante o ano para diversas regiões do Brasil. E nesta edição 2010 do Festival e suas Aldeias, em Florianópolis, Joinville e Jaraguá do Sul, não será diferente: durante todo o mês de setembro, estas três cidades de Santa Catarina receberão uma série de espetáculos de artes cênicas e também oferecerão diversas atividades complementares, tudo inteiramente grátis.

Como retirar os ingressos?
Os ingressos para todos os espetáculos do Festival Palco Giratório-SC são gratuitos e serão distribuídos uma hora antes de cada espetáculo, nos locais das apresentações. Nos espetáculos realizados no Teatro do SESC-SC Prainha, será disponibilizado apenas dois ingressos por pessoa.

Agora é só reservar um espacinho na agenda, adquirir seus ingressos e contemplar o que há de melhor nas artes cênicas brasileira.

Dança, música, desenho e poesia

24, agosto, 2010

O espetáculo Estudo para lesma é uma composição entre dança, música, desenho e poesia, que propõe uma investigação sobre as possibilidades de apoios do corpo numa superfície vertical e um desdobramento da pesquisa corporal em diversas linguagens artísticas.

O espetáculo, apresentado pelo Grupo SUA CIA, acontece no espaço delimitado pela parede e uma barra de ferro, tradicional elemento de aulas de dança. Utilizando a relação com a música ao vivo e explorando a verticalidade da dança sobre uma parede, envolvendo o espectador pela possibilidade de tirar os pés do chão.

A dançarina, apoiada por uma barra de ferro, desloca-se pela parede estudando movimentos inspirados nas lesmas. Os desenhos, feitos ao vivo e projetados à parede, através de um retroprojetor, interagem e ampliam a poesia sugerida na cena. Essa pesquisa – intrinsecamente conectada com a poesia de Manoel de Barros – flexibiliza o pensamento, o corpo, o próprio ser.

Manoel de Barros, em suas obras, dá possibilita a capacidade de mudança do ponto de vista, mudança da sensação dos sentidos e mudança de espécie para sermos lesmas, para sermos folhas. Uma verdadeira brincadeira que questiona o que significa ser um bom dançarino, o que significa fazer uma boa utilização do espaço, o que significa bom e ruim. Onde estão o certo e o errado, do ponto de vista da lesma?

Manoel de Barros entra nesse espetáculo como se sempre tivesse morado nele, no seu sentido primeiro, nas entranhas das ideias. Estudar para ser lesma é o desejo de perder o chão, desprender-se de uma lógica, deixar-se guiar pela consciência de ser lesma e se surpreender pelas impossibilidades que se realizam.

Data: sexta-feira | 10/09/2010
Horário: 20h
Local: Teatro Sesc Prainha
Duração: 30 minutos

Direção e Concepção: Clara F. Trigo
Na parede: Clara F. Trigo
Ilustração: Isbela Trigo
Assistente de Ilustração: Catarina Gramacho
Composição e Direção musical: Eduardo Pinheiro
Figurino: Daniela Pressinotti
Produção: Conexões Criativas
Direção de produção: Natália Valério

Palhinha: Dolores

23, agosto, 2010

Quer saber porque Dolores faturou 3 premiações no Prêmio SINPARC/USIMINAS 2009, incluindo o maior público em dança? Então, confira este trechinho que preparamos exclusivamente para você já sentir o clima dos filmes de Pedro Almodóvar.

Ao som de Almodóvar

23, agosto, 2010

A Mimulus Cia. de Dança, de Minas Gerais, constrói espetáculos a partir de elementos da dança de salão, e, na edição 2010 do Festival Palco Giratório – SC, ela entra em cena com o espetáculo Dolores, dia 05/09/2010.

Inspirado na obra do cineasta espanhol Pedro Almodóvar, o espetáculo é embalado pelo universo do cineasta e regido pelas trilhas de seus filmes, que somado ao intenso envolvimento dos bailarinos do grupo nos processos de pesquisa e criação, consegue passar uma plasticidade peculiar, com surpreendentes cores e personagens demasiadamente humanos, assumidamente imperfeitos. Marcas registradas das obras do cineasta.

Com direção de Jomar Mesquita, a Cia. de Belo Horizonte, retrata a personagem Dolores (dos dores, das pequenas e ridículas dores), envolvendo muito drama, sensualidade, ironia e sarcasmo nesta apresentação inusitada.

Data: Domingo | 05/09/2010
Horário: 20h
Local: Centro Multiuso SJ

Ficha Técnica:
Direção: Jomar Mesquita
Coreografia: Criação coletiva da Cia.
Assessores:
Mario Nascimento e Tíndaro Silvano
Bailarinos:
Bruno Ferreira, Daniel Vidal, Fabiana Dias, Fernanda Nogueira, Juliana Macedo, Jomar Mesquita, Nayane Diniz, Welbert de Melo, Rodrigo de Castro e Aline Tombini
Participação especial:
A mãe
Identidade Visual:
Cognitiva Publicidade
Cenário:
Ed Andrade
Cenotécnico:
Joaquim Pereira
Iluminação:
Rodrigo Marçal
Assessoria:
Ed Andrade
Fotografia:
Guto Muniz
Preparação Corporal:
Tíndaro Silvano e Mário Nascimento
Figurino:
Baby Mesquita (Coordenação), integrantes da Cia (Apropriação), Nana Ferreira (Assistente),Gê Marques (Costureira), Floriano Lima Neto (Alfaiate) e Cléria Boy Bastos (Sapatos, cobertura)
Produção Executiva:
Baby Mesquita
Assistentes de Produção:
Fábio Ramos e Fabiana Dias
Apoio eterno:
João Baptista Mesquita