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Arquivo da Categoria ‘Dança’

Plateia ilustre em Concórdia

13, outubro, 2011

Carlinhos de Jesus cumprimenta bailarinas do Corpo de Dança do Amazonas

O Palco continua a girar pelo Estado aproximando artistas e público. O Corpo de Dança do Amazonas apresentou ontem em Concórdia o espetáculo Cabanagem e foi prestigiado pelos bailarinos da Companhia Carlinhos de Jesus. A Companhia está na cidade para apresentar-se no Festival de Dança de Concórdia, e aproveitou para participar do babe-papo ao final do esptáculo. Carlinhos de Jesus elogiou as iniciativas e a qualidade dos espetáculos promovidos pelo SESC.

Palhinha: Cabanagem

29, setembro, 2011

Hoje é dia de dança contemporânea no Festival Palco Giratório. A Cabanagem - revolta popular em que negros, índios e mestiços insurgiram contra a elite política regencial – é retratada nesse espetáculo do grupo Corpo de Dança do Amazonas (Manaus/AM). Deixamos você com uma breve palhinha.


Lembre-se de que os ingressos começam a ser distribuídos gratuitamente no local uma hora antes do espetáculo.

Data: 29 de setembro
Horário: 17h
Gênero:
dança
Local:
Praça Fernando Machado, centro
Classificação etária: Livre
Duração: 50 minutos

Agenda do dia + Palhinha: Para Teresa

28, setembro, 2011

Hoje quem sobe ao palco é a peça A Saudade é como líquido que transborda, ou Para Teresa, que fez parte da Mostra universitária UDESC. A sinopse você confere aqui, mas se quiser assistir a uma palhinha, é só clicar no play.

Os ingressos são distribuídos gratuitamente uma hora antes da apresentação, já no local. Bom espetáculo!

Data: 28/09
Horário: 18h
Local: Teatro Sesc Prainha
Classificação: 14 anos

Como o corpo sente saudades?

27, setembro, 2011

Amanhã, dia 28 de setembro, mais uma peça da Mostra universitária Udesc se apresenta no Festival Palco Giratório. A produção A saudade é como líquido que transborda, ou, para Teresa tem como ponto de partida a pergunta: “como meu corpo sente saudades?”. As respostas enunciadas no programa se articulam na dança. O trabalho corpóreo remete à noção de que o físico, como algo orgânico e em constante movimento, transpira e transborda as emoções de forma líquida.

5. meu corpo saudoso chora. muito facilmente. não só em lágrimas, mas em vários formatos de soluço que reivindicam a presença de algo que não está mais ali. meu corpo saudoso busca nas entranhas os pedaços que, de alguma maneira, confortam. encolhendo, esticando, transpirando. dor intensa que em alguns dias é só um pequeno incômodo.

4. não sei o que fazer com as mãos e ficar em pé é difícil, os braços ficam muito vazios e  não consigo abrir a boca, os pés parecem frios como se os dedos fossem enrijecer;

3. como se pudesse acreditar que a não ação congelaria um último segundo antes da partida,  frustração de uma corrida sem linha de chegada, reanimar a partir do inanimado, construir;

2. saudade: palavra latina intraduzível que se refere à recordação nostálgica relativa à falta de alguém ou algo;

1. corpo: porção de matéria por onde atravessam forças das mais variadas; como o [meu] corpo sente saudades?

Data: 28/09
Horário: 18h
Local: Teatro Sesc Prainha
Classificação: 14 anos

Ficha técnica
Direção: Anderson Luiz do Carmo
Coreografia e elenco: Anderson Luiz do Carmo, Junior Soares e Oto Henrique
Direção de arte: Ana Clara Joly e Paulo Henrique Wolf
Música: Maria Carolina Vieira
Iluminação: Camila Mayer Petersen

A perda e a morte dançadas

23, setembro, 2011

A dança toma seu lugar novamente no Festival. O espetáculo Leve (Coletivo Lugar Comum – Recife/PE) transporta para a cena as sensações, os sentimentos e os questionamentos do ser humano diante da morte. O trabalho foi criado sob a perspectiva de quem viveu a perda, a partir das vivências das criadoras-bailarinas Maria Agrelli e Renata Muniz. A concepção do espetáculo surgiu das reflexões das duas artistas, que lidavam de forma diferente, e até mesmo divergente, sobre a perda de pessoas próximas.

As variadas perspectivas de encarar a morte serviram de suporte para a criação de Leve, abarcando a complexidade e intensidade do tema proposto.  As sensações de impotência, saudade, dor, raiva, desespero, vazio, alívio se mesclam na cena do espetáculo, desvelados pelo corpo das bailarinas e pelo ambiente criado para este trabalho. Um espetáculo-instalação de dança que une coreografia e improvisação, propondo a imersão do público em uma atmosfera mística, intimista e lúdica.

Aqui você assiste a um vídeo produzido por Marcio de Andrade, sobre o espetáculo:

Data: 23/09
Horário: 20h
Local: Teatro Sesc Prainha
Gênero: dança
Classificação: livre

Ficha técnica:
Concepção, criação e coreografia: Maria Agrelli e Renata Muniz
Bailarinas-criadoras: Maria Agrelli e Renata Muniz
Assistente de coreografia: Liana Gesteira
Pesquisa teórica e diário de criação: Renata Pimentel
Consultoria artística: Valéria Vicente e Maria Clara Camarotti
Preparação corporal: Liana Gesteira e Luiz Roberto Silva
Preparação vocal: Conrado Falbo
Trilha sonora original: Isaar

Dos lugares em que estive

6, setembro, 2011

O indivíduo, o coletivo e o bem estar num mundo onde as identidades são descartadas e o corpo, encarnado de sentido, se transforma em imagem. É nessa tríplice que está a questão central do espetáculo de dança contemporânea Lugar Nenhum, que sobe ao palco dia 7 de setembro. O Ronda Grupo (Florianópolis – SC) pesquisou os estados de um corpo que improvisa e como se dá, durante o desencadeamento de sensações e impressões, a criação de imagens e sua dissipação.

A fundamentação da pesquisa de corpo para Lugar nenhum partiu do cruzamento entre histórias pessoais, escritos de Gilles Deleuze e a improvisação como processo para desenvolvimento de material (prática de pesquisa do grupo desde 2005). A dança que o grupo investiga explora a potencialidade das variações gestuais no mecanismo de um corpo articulado. Os temas particulares dos dançarinos surgiram como pretextos para essa exploração e, acima de tudo, desencadearam o desafio.

 

O material selecionado e incorporado se transformou na base para as improvisações. Estas texturas, lugares, sensações e impressões colocaram o grupo em confronto, capacitando-os a escolher o que realmente interessava como material para o desenvolvimento das cenas.

Os ingressos começam a ser distribuídos gratuitamente uma hora antes do espetáculo, no próprio local.

Data: 07 de setembro
Horário: 20h
Gênero:
dança contemporânea
Local:
SESC Prainha
Classificação:
Livre
Duração: 52 minutos

Ficha técnica:
Direção/Concepção/Figurino: Zilá Muniz
Dança e criação: Egon Seidler; Nastaja Brehsan; Paula Bittencourt; Vicente Mahfuz
Cenário/Objetos de cena: Ana Pi
Iluminação: Marcos Klann e Paula Bittencourt
Trilha sonora: Marcelo Muniz (músicas de Cartola)
Design gráfico: Lena Muniz
Produção:
Egon Seidler

O corpo desnuda a alma

1, setembro, 2011

Quatro performers em cena pontuando as interferências do corpo com seu ambiente. O corpo entendido como uma mídia que avança por acelerações, rupturas, diminuições de velocidade, desmembrando, constantemente, uma nova roupagem. “De-vir” propõe intensificar esses movimentos ondulatórios engendrando a ideia de um novo design, que pode re-compor a disposição e a ordem dos elementos essenciais que compõem as estruturas físicas de uma pessoa.


Primeiro espetáculo da Cia. Dita (CE), De-Vir foi recebido com polêmica em seu lançamento, pelo estranhamento dos movimentos e dos corpos nus em cena. Passado o choque inicial, foi aplaudida pela crítica que viu consistência em sua proposta, baseada num repertório de referências que vai do trabalho da artista Lygia Clark aos textos dos pensadores franceses Roland Barthes e Michel Onfray.

Quem se interessa pela arte da dança, também não pode perder a apresentação de Cabanagem (Corpo de Dança do Amazonas – Manaus/AM), no dia 29 de setembro.


Gênero:
dança contemporânea
Classificação etária:
 18 anos
Duração: 40 minutos

Joinville
Data:
04 de setembro
Horário:
20h
Local:  
Teatro SESC Joinville

Jaraguá do Sul
Data: 05 de setembro
Horário: 20h
Local:  Teatro SESC

Florianópolis:
Data:  06 de setembro
Horário: 20h
Local: 
Teatro SESC Prainha

Ficha técnica
Direção e coreografia: Fauller
Assistência de direção: Wilemara Barros
Bailarinos: Wilemara Barros, Henrique Castro, Marcelo Hortêncio, Fauller
Música: Ryoji Ikeda
Som: Wilenaina Barros
Luz: Fernando Peixoto, Operação: Fábio Oliveira
Fotografia: Alex Hermes
Produção: Ato Produção e Marketing Cultura

Corpos que fazem o palco girar

24, agosto, 2011

O Palco também gira sob os pés dos bailarinos. O grupo Corpo de Dança do Amazonas (Manaus/AM), através da sua dança contemporânea, retrata a Cabanagem – revolta popular em que negros, índios e mestiços insurgiram contra a elite política regencial. Diversas batalhas fizeram com que o movimento ficasse marcado pela violência na história brasileira.

A pesquisa para o espetáculo partiu da literatura de Márcio Souza e Marilene Corrêa, onde o coreógrafo iniciou o seu trabalho mergulhando no universo Cabano. A obra não é narrativa. O espetáculo apropria-se da essência da Cabanagem e utiliza a linguagem de Mário Nascimento para traduzir o espírito de resistência, de luta, de revolta e de preservação das culturas de determinado local.

Lembre-se de que os ingressos começam a ser distribuídos gratuitamente no local uma hora antes do espetáculo.

Data: 29 de setembro
Horário: 17h
Gênero:
dança
Local:
Praça Fernando Machado, centro
Classificação etária: Livre
Duração: 50 minutos

Ficha técnica
Direção Artística do Corpo de Dança do Amazonas:
Monique Andrade / Getúlio Lima
Concepção e Coreografia: Mário Nascimento
Produção Musical: DJ Marcos Tubarão
Iluminação: Mário Nascimento
Iluminação (execução): Monique Andrade
Figurino: Mário Nascimento e Corpo de Dança do Amazonas
Produção: Carla Lee
Fotografia: Ruth Jucá
Pesquisa: “Uma breve História do Amazonas” de Márcio Souza
“O Paiz das Amazonas” de Marilene Correa

Mesmo quando as cortinas se fecham…

1, outubro, 2010

Um incrível diálogo generoso entre palco e plateia. É essa a percepção que se tem em momentos culturais e expressivos como foram os 30 dias do Festival Palco Giratório, em Florianópolis.

Diversas idades se misturando, muitas vezes imersas a um silêncio respeitoso, quando necessário, e manifestando-se, com risadas, sustos ou calorosos aplausos, quando o momento requeria. Uma verdadeira cumplicidade cultural. Percebemos que são instantes como estes que conduzem o artista ao reconhecimento, à afirmação, e “sem sombra de dúvida” o aplauso continua sendo a sua principal moeda.

E nada mais gratificante do que um depoimento como este, feito por Lili Zacharias
“Há 7 anos mudei-me para Joinville, Santa Catarina, vindo de São Paulo capital, e neste tempo o Palco Giratório, só me trouxe momentos de alegria e engrandecimento de alma. Já assisti espetáculos que iniciavam e que finalizavam o festival em nossa cidade. É surpreendente verificar a carga energética trazida pelos grupos que estavam finalizando o Festival. Podia sentir através dos olhos dos atores, atrizes, bailarinos e bailarinas todos os aplausos recebidos em cada cidade, toda alegria, surpresa ou reflexão que cada espetáculo proporcionava a sua plateia. Aos que iniciavam eu pensava que eles não se davam conta da bagagem preciosa que estariam carregando ao encerrar a jornada. Aldeias e Festival é um grato presente que o SESC nos premia. As oficinas de representação, canto, música e dança ajudam-nos a aperfeiçoar e nos atualizar. Os bate-papos sempre após cada apresentação criam uma proximidade inigualável entre público e artistas, isso tudo sem falar na qualidade que são escolhidos os espetáculos. Fica aqui meu agradecimento e Parabéns a esta iniciativa consagrada que só engrandece e orgulha agente como publico.”


… o Palco não para de girar.

O objetivo é difundir e descentralizar as artes cênicas e, seguindo essa proposta, o Palco Giratório passou a ser uma das ações culturais mais importantes, pois, através dele, produções culturais de qualidade chegaram à disposição de públicos antes sem acesso a bens culturais.

Com uma programação múltipla, diversos espetáculos circulam pela capital e cidades de Santa Catarina, onde há Unidades do SESC, durante todo ano, viabilizando a troca de experiências entre grupos de teatro de todo o Brasil e formando novos públicos.

Mas ainda há mais Palco Giratório em Santa Catarina:

PALCO GIRATÓRIO 2010
4ª etapa – circulação por 21 cidades de Santa Catarina
Espetáculo: Agreste (Cia. Razões Inversas/SP)
11 de novembro a 07 de dezembro

Bienal de Arte de Rua e Animação – Lages, Rio do Sul e Criciúma
Período: 23 a 30 de novembro

Para 2011, o Palco Giratório terá uma novidade catarinense. A peça “A Galinha Degolada”, uma parceria dos grupos Persona e Teatro em Trâmite, de Florianópolis/SC,  foi selecionada pela curadoria nacional do SESC para fazer parte dos 16 espetáculos que circularão pelo Brasil. Veja abaixo a programação do Palco Giratório 2011:

Aldeia SESC Chapecó – 18 a 24 de março
Aldeia SESC Lages – 22 a 28 de março
Aldeia SESC Rio do Sul – 25 a 31 de março
Aldeia SESC Tubarão – 10 a 15 de maio
Aldeia SESC Blumenau – 15 a 21 de maio
Aldeia SESC Itajaí – 15 a 21 de maio
Aldeia SESC Jaraguá do Sul – 2 a 11 de setembro
Aldeia SESC Joinville – 2 a 11 de setembro
8º FESTIVAL Palco Giratório Brasil – Florianópolis – 1º a 30 de setembro

Agenda do dia: Sàbado – 11/09/2010

11, setembro, 2010

O final de semana chegou e você ainda o que fazer neste sábado? O Festival Palco Giratório e suas Aldeias, preparou uma programação especial para toda a família.

Florianópolis
Mais uma vez o Grupo SUA CIA vem com uma proposta ousada. Em Ideias de Teto, o grupo pretende colocar o pensamento do espectador em uma outra posição, vista de cima. Uma colagem de poesia e imagens, onde três bailarinas fazem um jogo de percepção, estimulando o público a perguntar questões de teto, que ficam sempre presente em nossos pensamentos.

Ideias de Teto se apresenta hoje às 20h, no Teatro Sesc Prainha.

*Clique no nome do espetáculo no Menu ao lado e veja sua sinopse na íntegra.

Jaraguá do Sul
Jaraguá receberá uma programação recheada de Espetáculos, Mostras e Oficinas.

*Tem o Curso O livro de artista como proposição, no SESC-Jaraguá do sul;
*Das 9h às 16h, o SESC-Jaraguá do sul oferece a oficina Composição de Música Popular;
*Às 10h entra em cena o espetáculo Invisível à Céu Aberto, na Praça Emílio da Silva;
*Das 10h às 14h estará exposta a Mostra Lambe-lambe, na Praça Emílio da Silva;
*Das 17h às 19h tem o Café com Cuca e Lambe-lambe e convidados especiais, na Cafeteria do SESC;
*Às 20h, o  Teatro do SESC-Jaraguá do Sul receberá o espetáculo musical O Santo de Casa.

Joinville
Fim de semana lotado de programas culturais para toda a família, em Joinville:

*Das 8h30 às 12h30 e 13h30 às 18h30, tem a continuação do Curso de Formação de Dramaturgos, na Biblioteca Municipal Rolf Colin;
*Às 10h, a Biblioteca Municipal Rolf Colin recebe o Espetáculo com Monitoras da Biblioteca;
*Às 12h30 e às 18h, haverá uma Intervenção Flash Mob, na Praça de alimentação Shopping Mueller;
*Às 16h, o espetáculo musical Quem Canta um Conto Aumenta Um Ponto se apresenta, na Associação dos Moradores do Bairro Itinga – AMORABI;
*Às 19h30, tem a sessão pipoca com o CINE SESC e o filme O Reino Dos Gatos, na Associação dos Moradores do Bairro Itinga – AMORABI;
*Às 20h, o espetáculo Aqueles Dois se apresenta no SESC-Joinville.